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Renato Sztutman
nasceu em 08 de agosto de 1974, em São Paulo (SP) É professor de antropologia na Unifesp. É também co-editor da revista Sexta Feira e Doutor em Antropologia Social pela USP na área de etnologia comparada de povos indígenas da Amazônia, sob a orientação de Dominique Gallois. Sua tese de doutorado – O profeta e o principal: a ação política ameríndia e seus personagens – tratou da relação entre as chefias de guerra e o profetismo entre os povos de língua Tupi, antigos e atuais. Sua dissertação de mestrado, Caxiri, a celebração da alteridade: ritual e comunicação na Amazônia indígena, aborda o problema do contato interétnico e da vida ritual entre os índios Wajãpi da Guiana Francesa. Publicou vários artigos em revistas especializadas e como capítulos de coletâneas. Dentre eles, "As metamorfoses do corpo" (Revista Sexta Feira 4, 1999), "Lévi-Strauss e o desafio americanista" (Novos Estudos Cebrap 61, 2001), “Comunicações alteradas: festa e xamanismo nas Guianas” (Revista Campos 4, 2003), “Jean Rouch, um antropólogo-cineasta” (in Caiuby Novais et alli. Escrituras da imagem, Edusp, 2004) e “Sobre a ação xamânica” (in Gallois, Dominique [org.] Redes de relações nas Guianas, NHII/Humanitas, 2005). Dirigiu (com Ana Ferraz, Edgar Cunha e Paula Morgado) o vídeo Jean Rouch subvertendo fronteiras (2000), resultado de dois anos de uma pesquisa pessoal. Entre 1999 e 2001, foi pesquisador-bolsista do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), sob coordenação de José Arthur Giannotti. Durante os anos de 2000 e 2001, foi pesquisador do Instituto Socioambiental (ISA). Entre setembro de 2003 e agosto de 2004, fez estágio de doutorado no laboratório Équipe de Recherche em Ethnologie Amérindienne/CNRS, Paris, França. Entre 1996 e 2005, foi bolsista da Fapesp, da CAPES e do convênio CAPES-COFECUB. Desde 1995, é pesquisador do Núcleo de História Indígena e do Indigenismo, coordenado por Dominique Gallois, e do Grupo de Antropologia Visual, coordenado por Sylvia Caiuby Novaes, ambos da USP. Suas áreas de interesse são etnologia indígena, teoria antropológica e história da antropologia.

was born on the 8th of August 1974 in São Paulo (SP). He is a professor of anthropology at Unifesp and he is also a co-editor of the magazine Sexta Feira. He has a Ph.D. in Social Anthropology from USP in the area of comparative ethnology of indigenous peoples of the Amazon, written under the orientation of Dominique Gallois. His thesis – “The Prophet and the Principal: Amerindian Political Action and its Actors” (“O profeta e o principal: a ação política ameríndia e seus personagens”) looks at the relationship between war's boss and prophetism amongst the peoples of the Tupi language, ancient and modern. His masters thesis, “Caxiri, the celebration of the Otherness: Ritual and Communication in Indigenous Amazonia” (“Caxiri, a celebração da alteridade: ritual e comunicação na Amazônia indígena”), deals with the problem of interethnic contact and ritual life among the Wajãpi Indians of French Guiana. He has published various articles in specialized journals and as chapters in anthologies. Among them are: "As metamorfoses do corpo" (Revista Sexta Feira 4, 1999), "Lévi-Strauss e o desafio americanista" (Novos Estudos Cebrap 61, 2001), “Comunicações alteradas: festa e xamanismo nas Guianas” (Revista Campos 4, 2003), “Jean Rouch, um antropólogo-cineasta” (in Caiuby Novais et alli. Escrituras da imagem, Edusp, 2004) and “Sobre a ação xamânica” (in Gallois, Dominique [org.] Redes de relações nas Guianas, NHII/Humanitas, 2005). He directed (with Ana Ferraz, Edgar Cunha e Paula Morgado) the video Jean Rouch subvertendo fronteiras (2000), which was the result of two years of his own research. Between 1999 and 2001, he was a research fellow with the Brazilian Center for Analysis and Planning (CEBRAP), under the guidance of José Arthur Giannotti. During 2000 and 2001, Renato was a researcher at the Instituo Socioambiental (ISA). Between September of 2003 and August of 2004, he held a post-doc fellowship in the Laboratório Équipe de Recherche em Ethnologie Amérindienne/CNRS, Paris, France. Between 1996 and 2005, he was a fellow of Fapesp, of CAPES and of the convention CAPES-COFECUB. Since 1995, he has been a researcher with the Group for Indigenous History and Indigenism, led by Dominique Gallois, and of the Group of Visual Anthropology, led by Sylvia Caiuby Novaes, both at USP. His areas of interest are indigenous ethnology, theoretical anthropology and history of anthropology.
Publicações
Artigos em revistas acadêmicas
“Imagens perigosas: a possessão e a gênese do cinema de Jean Rouch”. in Cadernos de campo (12), São Paulo, no prelo.
“Comunicações alteradas: festa e xamanismo na Guiana”. in Campos (4), Curitiba, 2003.
“O visível e o invisível na guerra ameríndia” (com Clarice Cohn). in Sexta Feira (7). São Paulo, Ed. 34, 2003.
“Do Dois ao Múltiplo na terra do Um: a experiência antropológica de David Maybury-Lewis”. in Revista de Antropologia (45/2), São Paulo, USP, 2002.
"Lévi-Strauss e o desafio americanista". in Novos estudos (61). São Paulo, CEBRAP, novembro de 2001.
"De festas, viagens e xamãs: reflexões primeiras sobre os encontros entre Waiãpi meridionais e setentrionais". in Cadernos de Campo (8), São Paulo, PPGAS-USP, novembro de 1999.
"As metamorfoses do corpo: ensaio sobre um tema ameríndio à luz de uma entrevista com Eduardo Viveiros de Castro". in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (4), São Paulo, Hedra, novembro de 1999.
“Cauinagem, uma comunicação embriagada: apontamentos sobre uma festa tipicamente ameríndia”. in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (2), São Paulo, Pletora, abril de 1998.
“Jean Rouch e o cinema como subversão de fronteiras”.  in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (1), São Paulo, Pletora, junho de 1997.
Resenhas e críticas em revistas acadêmicas
Mitológicas I e II (O cru e o cozido e Do mel às cinzas). de Claude Lévi-Strauss – “O espírito na América” in Novos Estudos (72). São Paulo, Cebrap, 2005.
A inconstância da alma selvagem e outros ensaios de antropologia, de Eduardo Viveiros de Castro – “Admirável nova ordem das coisas”. in Novos Estudos (64), CEBRAP, novembro de 2002.
Os povos do Alto Xingu: história e cultura. organizado por Michael Hackenberger e Bruna Franchetto – “Do local ao regional e vice-versa: imagens do Alto Xingu” in Revista Brasileira de Ciências Sociais, junho de 2002.
“Um horizonte reavistado”. in Novos estudos (56). São Paulo, CEBRAP, março de 2000.
Nós, os Tikopia. de Raymond Firth in Revista de Antropologia (41/2), São Paulo, USP, abril de 1999.
Under the rainbow. de Jean-Paul Dumont – “Tempo, espaço e sexualidade entre os Panare da Venezuela. Uma aventura estruturalista” in Cadernos de Campo (5-6), São Paulo, USP, outubro de 1997.
"Até que nem tão esotérico assim: o Nau e suas caminhadas pelo lazer e práticas esotéricas na cidade de São Paulo". in Cadernos de campo (3), São Paulo, PPGAS-USP, outubro de 1994.
Entrevistas
“Por uma antropologia do centro”. Entrevista com Bruno Latour, por Renato Sztutman e Stélio Marras. In Mana (10/2). Rio de Janeiro, Contra Capa, 2004.
“Antropologia de corpos e sexos”. Entrevista com Françoise Héritier, por Renato Sztutman e Silvana Nascimento. In Revista de Antropologia (45/2). São Paulo, USP, 2004.
“Parceria e comunicação por meio de imagens: entrevista com Dominique Tilkin Gallois”. in Cadernos de Antropologia e Imagem (12) – A imagem do índio no Brasil. Rio de Janeiro, PPCIS e NAI/UERJ, dezembro de 2002.
"Essa incansável tradução: entrevista com Dominique Tilkin Gallois". in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (6). São Paulo, Ed. 34, dezembro de 2001.
"Pílulas de contra-utopia: entrevista com José Arthur Giannotti. in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (6). São Paulo, Ed. 34, dezembro de 2001.
"Fragmentos de uma entrevista jamais publicada com Maria Lúcia Montes". in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (5). São Paulo, Hedra, outubro de 2000.
“Entrevista com Carlos Frederico Marés”. in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (5). São Paulo, Hedra, outubro de 2000.
“Entrevista com Eduardo Viveiros de Castro”. in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (4), São Paulo, Hedra, novembro de 1999.
“Saberes locais, tramas identitárias e o sistema mundial na antropologia de Manuela Carneiro da Cunha". in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (3), São Paulo, Pletora, outubro de 1998.
“A tela caleidoscópica de Nelson Pereira dos Santos". in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (3), São Paulo, Pletora, outubro de 1998.
“A louca maestria de Jean Rouch”. in Sexta Feira – Antropologia, Artes e Humanidades (1), São Paulo, Pletora, junho de 1997.
Outras publicações
“L’orchestration des différences: les indiens du Haut Xingu”. in Catalogue du Festival de Radio France et Montpellier Languedoc-Roussillon et le Musée du Quai Branly. Juillet, 2005.
“Exercícios de imaginação antropológica”.  (resenha do livro A inconstância da alma selvagem e outros ensaios de antropologia, de Eduardo Viveiros de Castro) in Leitura, IG, www.ig.com.br, 09/09/2002.
“Mostra traz mestre do cinema verdade”. in Ilustrada/Folha de São Paulo, 13/04/2000.
“Entrevista com Manuela Carneiro da Cunha”. in Caderno Brasil/Folha de São Paulo, 29/03/2000.
“No Brasil, nem tudo se come”. in Especial Comida Brasileira/Folha de São Paulo, 26/03/2000.
“Jean Rouch no Brasil”. in Caderno 2/O Estado de São Paulo, 24/08/1996.
Artigos em capítulos de livros
“Sobre a ação xamânica”. in Gallois, Dominique (org.) Redes de relações nas Guianas. São Paulo, NHII/Humanitas, 2005.
Kawewi pepique: la caouinage anthropophage des anciens Tupi Guarani. in Erikson, Philippe (ed.). La pirogue ivre: bières traditionelles d’Amazonie. Musée Français de la Brasserie, Saint-Nicolas-de-Port, 2004.
"Jean Rouch, um antropólogo-cineasta". in Escrituras da imagem. Edusp, 2004.
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